O monóxido de carbono (CO) é um gás tóxico produzido pela combustão incompleta de qualquer combustível — gás natural, GPL, gasóleo, gasolina, carvão ou madeira. Ao contrário do fumo de um incêndio, o CO é completamente inodoro, incolor e insípido: é impossível detetá-lo pelos sentidos humanos. Quando inalado, liga-se à hemoglobina com afinidade 240 vezes superior à do oxigénio, impedindo o transporte de oxigénio para os órgãos e causando asfixia celular progressiva — muitas vezes sem que a vítima se aperceba.
As principais fontes de CO em edifícios são: veículos em garagens fechadas, caldeiras e esquentadores a gás ou gasóleo com manutenção deficiente, geradores portáteis em interiores, lareiras e salamandras com tiragem insuficiente, e equipamentos de aquecimento em espaços sem ventilação adequada. Em Portugal, a intoxicação por CO é responsável por dezenas de mortes e centenas de hospitalizações todos os anos — e a maioria ocorre durante o sono, quando os sintomas (cefaleias, tonturas, náuseas) não acordam a vítima a tempo.
A instalação de um sistema automático de deteção de CO é a única proteção eficaz contra este gás. Monitoriza continuamente a concentração no ar e, quando esta ultrapassa os limiares de segurança definidos pela lei (50 ppm em média/8h; 200 ppm instantâneos), aciona alarmes sonoros e visuais, ativa ventilação forçada e — integrado com central de monitorização — alerta as autoridades. A Securgal instala sistemas certificados conformes com a Nota Técnica N.º 19 da ANEPC e a norma NP EN 50291.